11 Adaptações de Stephen King Que Valem a Pena

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São muitas as adaptações de livros de Stephen King, porém a maioria é horrível. Separei as que mais gostei neste post 🙂

Stephen King já ganhou diversas adaptações para suas obras, uma peninha que a maioria é uma desgraça de bosta fedida, que puta que pariu… Aproveitando a estreia de Torre Negra, que pelo o que vi no trailer e o que o povo está comentando é mais uma bomba, resolvi listar as adaptações que gostei. Se faltou algum filme é porque não vi ainda ou achei uma merda mesmo:

O Sobrevivente

(The Running Man, 1987)

Pelo que vi de listas de adaptações de Stephen King, muita gente esquece deste filme. Baseado no conto O Concorrente, que King assinou com o pseudônimo Richard Bachman. O filme mostra uma reality show que é uma especie de disputa futurista de gladiadores. Arnold Schwarzenegger protagoniza este Jogos Vorazes que vale. Não é fidelíssimo ao conto, mas rende um filme de ação bem divertido.

O Nevoeiro

(The Mist, 2007)

Baseado o conto de mesmo nome. A direção é de Frank Darabont que, como veremos outras vezes nesta lista, um cara que sabe como adaptar Stephen King. Uma névoa cerca uma cidade, trazendo criaturas misteriosas. O final é o ponto que difere do conto, mas, pra mim, ficou ainda mais impactante. Melhor atuação da carreira do Thomas Jane.

Christine – O Carro Assassino

(Christine, 1983)

Adaptação extremamente fiel ao romance sobre o carro possuído. Outro mestre do terror dirige, ninguém menos que John Carpenter.

Carrie – A Estranha

(Carrie, 1976)

A única Carrie que importa. Brian De Palma, foi lá e tirou umas barrigas do livro e fez um filmaço, que é sim bastante fiel ao material original. Sissy Spacek dá vida a jovem tímida com poderes paranormais. Destaque para Piper Laurie que interpreta a mãe fanática religiosa e John Travolta e Nancy Allen como o casalzinho de bullies.

Louca Obsessão

(Misery, 1990)

Kathy Bates arrebenta como fã obcecada que aprisiona um escritor  (James Caan)  para forçá-lo a reescrever o final de sua saga de romances favorita. Deve ser um dos medos do King. A direção é de Rob Reiner.

À Espera de Um Milagre

(The Green Mile, 1996)

Mais um de  Frank Darabont. Stephen King é famoso pelos romances e contos de terror e suspense, mas, embora eu ame essas histórias, meu lado preferido dele é quando ele escreve histórias dramáticas. À Espera de Um Milagre tem elementos sobrenaturais, mas é uma puta história sobre racismo e a pena de morte. Se eu choro? Não só desidrato… O elenco que conta com Tom Hanks, David Morse, Sam Rockwell e, claro, o saudoso Michael Clarke Duncan é primoroso.

Eclipse Total

(Dolores Claiborne, 1995)

Outro drama. O Romance foi publicado em 1992 e a protagonista foi escrita para Kathy Bates, que King conheceu durante as filmagens de Louca Obsessão. A história é sobre uma mulher que sofre anos em um relacionamento abusivo com um marido alcoólatra (David Strathairn) e a relação de amizade e cumplicidade que ela desenvolve com sua patroa (Judy Parfitt). Jennifer Jason Leigh e Christopher Plummer também estão no elenco.

A Hora da Zona Morta

(The Dead Zone, 1983)

De David Cronenberg, adaptação fidelíssima da história de um professor que sofre um acidente, ficando em coma, ao despertar desenvolve a habilidade de prever o futuro. ❤Christopher Walken ❤ é o protagonista. Martin Sheen também está no elenco.

Um Sonho de Liberdade

(The Shawshank Redemption, 1994)

Frank Darabont, mais uma vez. Não disse que o cara sabia adaptar Stephen King? Um Sonho de Liberdade é baseado no conto Rita Hayworth and Shawshank Redemption, que está no livro As Quatro Estações, que reúne quatro histórias dramáticas, sem nenhum aspecto sobrenatural. Outras duas histórias dali também viraram filme: Conta Comigo (que falo logo aí embaixo) e O Aprendiz, de 1998 (que ainda tenho que ver). Um Sonho de Liberdade é aquela história de superação muito bem contada. O filme retrata a história de Andy Dufresne, um banqueiro que passa quase duas décadas tentando provar que foi preso injustamente. O filme tem Tim Robbins e Morgan Freeman em atuações sensacionais. Toda vez que assisto, o Stephen King corta umas cebolas do meu lado.

Conta Comigo

(Stand By Me, 1986)

Outro dirigido por Rob Reiner. Um dos meus clássicos, preferidos da Sessão da Tarde, é baseado no conto O Outono da Inocência – O Corpo, de As Quatro Estações, história que King diz ser autobiográfica (de fato a várias coisas em comum com vida do autor, como o irmão mais velho, que faleceu quando ele era criança). Na trama, um escritor recorda o verão de 1959, quando tinha 12 anos e possuía três amigos. Juntos,  as crianças saem em uma expedição mórbida:  procurar o  corpo de um adolescente que havia desaparecido na mata. Misturando aventura, drama e humor, o trajeto se  torna uma jornada de autoconhecimento. É o primeiro filme que penso, quando se fala em amizade. Mais uma vez, King cortador de cebolas aparece.

O Iluminado

(The Shining, 1980)

King que me desculpe, mas Stanley Kubrick dirigiu um baita filmaço. Pois é, eu acho que ele devia estar reclamando de coisas como O Apanhador de Sonhos, mas King gosta de implicar com O Iluminado que, tirando algumas mudanças, precisas para que a história funcionasse no cinema, é extremamente fiel ao material original. Um dos filmes de terror que mais gosto e a coisa mais assustadora nele, não é nenhum fantasma, mas a progressão loucura do protagonista, brilhantemente vivido por Jack Nicholson.


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Dri Tinoco

Formada em Letras, apaixonada por Literatura e viciada em Cultura Pop. Tornou-se irremediavelmente fã de Jaspion aos 3 anos. Quando criança (e ainda hoje) preferia os filmes do Schwarzenegger a qualquer desenho da Disney e acha que o Viggo Mortensen também é lindo sem a caracterização de Aragorn