Papo do Iglu #18: Vinte Coisas Que Freelancers Escutam

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Esse vídeo é baseado em fatos reais: vinte coisas que se você é freelancer, seja ilustrador, fotógrafo ou designer, provavelmente você já ouviu algo parecido


 
 

0 thoughts on “Papo do Iglu #18: Vinte Coisas Que Freelancers Escutam

  1. Eis uma discussão que pouco avança. Os que agem contra dizem que sua conduta é normal. Os que são a favor dizem que é uma conduta discriminatória racista. Sugestão: todos deveriam se empenhar para que a ciência definisse a Conduta Discriminatória como foi tentado em:
    “Síndrome do Distúrbio Racial: seria um bom diagnóstico para o racista brasileiro? E para o antissemita?”
    “Conduta Discriminatória: tentativa de conceituação motiva correspondência entre psiquiatras.”

  2. Muito ansioso para ver esta série. Estes caras foram muito insanos! Escobar matou dezenas de políticos, coronéis, juízes, promotores e até explodiu um avião comercial com mais de cem passageiros só para acabar com um desafeto!

    Espero que o Wagner faça sucesso e entre de vez pro mercado americano. Não vai ser fácil superar a interpretação do ator Andrés Parra no seriado “O Patrón del Mal” (infinitamente melhor que Breaking Bad). Apesar de Escobar ser um maluco psicótico, sua personalidade era mais bonachona e até simpática, o que casava mais com o biotipo do ator colombiano. Pelos documentários dá prá ver que ele era tipo um tiozão do churrasco…

    Quando teremos uma série sobre o Escadinha?

  3. Pô, Dri é bem por aí mesmo, infelizmente! Sou pintor profissional e já ouvi cada coisa. Mas a pior é esse caô da “divulgação”. Poucos trabalhos realmente valem ser feitos apenas pela divulgação. Já fiz exposição até em sorveteria no intuito de “divulgar” o meu trabalho.

    O que me chateia é que entre os próprios artistas rola muita desvalorização. Um amigo meu chegou ao ponto de pegar uma foto do meu trabalho no Google, imprimir, emoldurar e pendurar na na parede. A desculpa foi que ele imaginou que o quadro seria muito caro. Como se eu fosse um Van Gogh, né?

  4. A história da minha vida em cena!!!

    Trabalho com publicidade, design gráfico, redação, ilustração (e como cartunista de jornal, mas em menor proporção) desde 1990 e consegui sofrer a esmagadora maioria de tudo (menos a parte de internet, da qual não manjo nada) que você falou. É vergonhoso. A ilusão que algumas pessoas têm de que, só porque você é bom em algo que praticamente não gasta insumos exceto por tempo e neurônios, você pode e deve fazer pra qualquer um, por qualquer valor, é uma das piores coisas de nossa profissão. E pior, parece às vezes senso comum que o melhor pagamento por nosso trabalho seja o ato de fazê-lo, como se o suposto contratante considerasse “obrigado” ou “divulgação/visualização” moeda justa pra pagar. Como se estivesse nos fazendo um grande favor ao “deixar que façamos sua logo”, ou qualquer outro trabalho de criação.

    Isso me deixa muito indignado, e prefiro perder trabalho a trabalhar por esmolas ou “por uma melhor chance de repercussão sobre meu trabalho”. A ideia de que pessoas têm de que fazer uma arte é fácil e, como você mesma disse, achar que podem fazer melhor ou “pedir a um cunhado que mexe em computador” acaba saindo pela culatra, e essa ao menos é uma boa vingança. Se bem que gente que pede trabalhos de graça normalmente não tem sequer capacidade de julgar comercialmente o que fica bom ou ruim em uma peça de criação.

    Parabéns pelo PDI n° 20, teve até fogos de artifício na abertura. E finalmente consegui ver os gatos que ficam latindo durante os RadioCasts. Abração. 8)

  5. Essa oferta de pagamento em troca de divulgação é a mais clássica. Eu sempre uso a seguinte lógica: se o cliente não é famoso, de que me serve a divulgação dele? E se ele é tão conhecido e influente, porque raios não tem dinheiro para me pagar? Assim, a resposta é NUNCA hahaha

    E é verdade, cliente sempre tem um cunhado ou sobrinho que “faz essas coisas”

  6. As pessoas acham que trabalhos ligados a arte, criação, bem, não são trabalhos, são hobbies… e o artista não se alimenta, não paga contas, vive da alegria de alguém falar bem do seu trabalho

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